quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Os tempos estão mudando


A tempo que os tempos estão mudando. Coisas novas a todo o instante, novas forma de interagir entres os seres humanos, novas forma de vestir, nos forma de se comunicar até formas novas de se alimentar, tudo sempre mudando com forme o tempo que vem chegando e pedindo passagem.
Acredito que muito disso esteja ligado com as estações e os calendários lunares, as suas datas significativas seu momentos de poder e divagação junto ao tempo que vai passando. O horário de verão que se inicia nesta madrugada de sábado para domingo, dia 18, a prova mais legitima de que os tempos estão mudando vejamos: Até o início do século passado, cada cidade tinha sua própria hora, de acordo com a passagem do sol pelo meridiano do Observatório Nacional. Quando na Capital Federal, Rio de Janeiro, eram 12 horas, em Recife eram 12:33 e em Porto Alegre 11:28. E era assim em toda parte: os relógios locais nos EUA se referiam ao meridiano do Observatório Nacional em Washington; na França, ao meridiano do Observatório de Paris...
Com o desenvolvimento da ferrovia e do telégrafo, o horário variado das cidades provocou uma grande confusão que prejudicava as relações comerciais, dificultava a segurança do tráfego nas estradas de ferro, impedia a comparação das datas e horas dos despachos telegráficos e transações que dependiam de pontualidade nos contatos. Até que em junho de 1913, o presidente da República Hermes da Fonseca aprova o projeto de lei que adota o fuso horário a partir do meridiano de Greenwich, sistema então implantado na maior parte do mundo.
O Brasil ficou dividido em quatro fusos distintos: o primeiro, com menos duas horas, para Fernando de Noronha; o segundo fuso, menos três horas, compreende todo o litoral do Brasil e alguns Estados interiores; o terceiro fuso, menos quatro horas, ficou para Mato Grosso, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Mato Grosso do Sul. Apenas o Acre e mais seis pequenas cidades da parte oriental do Amazonas ficaram com o quarto fuso, com menos cinco horas em relação a Grenwich
Isso era a prova que não se fazia horário de verão para se economizar energia elétrica, hoje em dia é comum, e com essa nova forma de se passar as horas, lendas e misticismos crescem assustadoramente. A lendas urbanas são assustadores, alias, até as lendas urbanas se modernizaram, antes eram apenas lendas, agora ganharão o adjetivo de “Urbanas” virão motivo para filmes seriados tudo novo mas sempre evocando o passado.
Esta tudo mudado vida ganhado nova forma de ser vivida, o amor ganhando nova forma de ser amado, todo esta diferente, mas a acho que esse tipo de mudança é importante e certa para a que as novas gerações sejam mais vitoriosas que a nossa.
Que os novos tempos cheguem com a certeza de que o passado seja sempre lembrado e reverenciado.
até a mais
Paz e Bem

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A segunda

Putz á foda escrever em plena segunda - feria, porque geramente vc vem de um final de semana chato ou muito festivo, cheio de alegrias ou tristesas, com pespectivas boas de uma semana ótima ou não. Não importa na segunda vc sempre esta cansado para a maioria das coisas. O pior disso tudo que os dias de segunda, sempre são caprichados nas questões descisvas de nossas vidas, sempre temos que tomar descisões boas ou ruins, ajustar problemas, sempre assim. Acredite uma segunda ou começa bem ou termina bem, mas sempre nesse meio tem alguma coisas que a estraga. Curtam uma segunda.
ela sempre vai existir
Boa semana a todos

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

o Inicio...

Olá caros amigos, estou começando essa minha caminhada pelo mundo dos Blogs, acredito que será legal e divertido escrever por aqui e ver a reação das pessoas com os textos. De inicio pensei em compartilhar um texto que a duas semanas postei na minha coluna no site http://www.clicsoledade.com.br/, é simples mas é de coração e acredito que retrata uma grande verdade...

Que esse texto seja o inicio de coisas boas...
Paz e bem a todos.


O choro...

“Chorar é bom” diz o ditado. Eu acredito nele. O choro aplaca as dores, diminui o efeito das mazelas que ocorrem com agente ou no mundo, que particularmente montamos ao nosso redor. Sou adepto do bom choro, eu particularmente choro. Acho que com as lágrimas, as dores, os traumas, as distância, as inquietudes, os estresses dos dias modernos, as tristezas corriqueiras vão embora e tem fim.
O ditado popular também prega “Homem que é Homem não chora”, engano de quem crê nisso. O homem chora sim, pode demorar a derramar lágrimas, devido a sua formação para ser o forte, mas quando ele derrama as lágrimas, elas vem carregadas de verdades, nunca vista pelos que o cercam, ela é tão forte que contagia a todos e se torna absoluta. Já outros homens menos turrões, choram também, com mais facilidade, são os chamados “sensíveis”, mas ainda continuam sendo homens que choram. As mulheres trazem consigo, de berço, o direito e o dever de chora, choram por tudo, nas coisas mínimas as lagrimas são derramadas, e por isso tem o apelido de “Sexo Frágil”, mas será que são mesmo? Será que essa forma sensível de ver as coisas e o mundo não seria a certa? Elas encaram com uma firmeza, mostram coisas que nos homens muitas vezes pulam por cima, para seguir a risca o famoso e glorificado “homem que é homem não chora”, mas eu creio que homem que é homem chora sim.
O choro vem, quase que em sua totalidade, motivado por um erro, que na minha opinião, não tem outra função a não ser a de mostrar que não somos perfeitos. Ele também ensina é claro, mas creio que muito pouco. O que realmente nos ensina a não errar novamente é o choro que vem depois dos erros, porque, posso falar firmemente “ não vou errar mais” e por dentro não ter assimilado o erro, mas o choro não deixa isso acontecer, ele trás a tona todo o mal que o erro provocou de verdade, após isto, é que os erros realmente, não são mais cometidos.
Não tenho o intuito de pregar que toda hora, em todos os momentos, ou em todas as dificuldades se derrame lágrimas, ou se crie um festival de choro coletivo. Estou aqui para afirmar e atestar que todos choram sem idade, sem classe social, sem hora, as vezes até sem motivo. Estou aqui para falar que as lágrimas que rolam nos rostos humanos, são dignas de admiração e respeito, que elas trazem para fora do individuo a sua mais pura e verdadeira alma. Estou aqui para pedir que respeitem quem chora, para que se ofereça o ombro, para que em vez de xingar quem está chorando, se diga uma palavra de afeto, de ternura, de segurança, porque chorar nos deixa inseguros. Estou aqui pregando que o choro é remédio de dores muito pouco mensuradas. Estou aqui pessoas, pedido que se deixem chorar e deixem que os outros também chorem.
“Dizem que o choro melhora, que as dores são aplacadas com ele... Quem sabe? só sei que depois de um choro vem sempre um sorriso...”